Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

PERDIDA

por aqui...

foi por onde andei...

por entre compras de Natal e pela série I do Lost...

(que o R teve a excelente ideia de adquirir)

publicado por anatcat às 11:21
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Domingo, 17 de Dezembro de 2006

Poderá ser assim tão simples?






"I was painting about  happiness and bliss and they are very simple states of mind I guess"
Agnes Martin
publicado por vmlf às 00:13
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2006

The Victoria & Albert Museum

Até hoje nunca achei que gostava de esculturas - mudei de ideias. O trabalho e perícia necessários para tornar um bloco de pedra numa figura expressiva e pormenorizada são uma coisa fenomenal. E depois, não há espaço para erros - numa folha de papel ainda se fazem uns esboços, apaga-se, pinta-se por cima, numa escultura não me parece possível qualquer uma destas hipóteses.

Aqui ficam três exemplos que me deixaram parado durante uns minutos, e nem sequer faziam parte das exposições que eu queria ver. Se vivesse em Londres acho que estava sempre a visitar estes museus - só para o V&A seria para ai uma semana inteira e mesmo assim ... não sei não.

Logo à entrada  está esta, fiquei chocado - transmitiu-me um brutalidade e uma crueza que me assustou.

Fiquei com medo tal como a pessoa prestes a morrer, cuja cara revela bem o pânico face ao seu destino que se aproxima a uma velocidade vertiginosa.
















Depois, enquanto estava a ir para a exposição "Twilight" perdi-me nos corredores e dei por mim no segundo andar a olhar de cima para duas galerias.

Uma com esta escultura, uma cópia do David de Miguel Angelo, que me impressionou pelo seu tamanho, deve ter para ai 3 andares bem medidos, só o pedestral é da altura de uma pessoa.

Como é que o escultor a terá criado? O que terá usado para conseguir chegar a estas alturas? Quando tempo terá demorado?










E do outro lado, estava esta coluna dividida ao meio, porque apesar de estar dentro de uma sala com uns 4 ou 5 andares, mesmo assim não cabe lá dentro.

Impressionou-me que tenha visto o edificio do V&A, que em si já é monumental e no entanto, como faz parte de um todo não me chocou - aqui ao ver esta coluna fora do seu contexto, fiquei abismado...









sinto-me: sono, já passa da meia noite
publicado por vmlf às 23:45
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FINALMENTE ADIVINHA-SE O FIM-DE-SEMANA

publicado por anatcat às 11:53
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006

sonho de um serão de inverno

ontem aqui

eu, o R, um bébé Bangguru de 3 anos, Bandex,

The Room 74, Hipnótica, YSGA, muita gente gira

e muito mais...

publicado por anatcat às 10:59
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2006

PLACES

o vmlf vai andar por aqui

autobus y cabina típicos de londres

e a menina por aqui

era só para saberem

publicado por anatcat às 10:31
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

Another

publicado por anatcat às 10:16
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

HUMANIDADES

Se não fosse esta certeza
que nem sei de onde me vem,
não comia, nem bebia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos á boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram, e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.

(António Gedeão)

Hoje apeteceu-me ler algumas poesias, deixo aqui esta.

publicado por anatcat às 16:01
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Domingo, 10 de Dezembro de 2006

Chapitô 25 anos

Só conheço o Chapitô de nome. Sei apenas que está relacionado com teatro e espectáculos. Desconheço tudo o resto da sua actividade. Mas ao ler a Cais de Outubro/Novembro dedicada ao seu 25 aniversário, com palavras tão carinhosas de tanta e variada gente, fico a pensar que este projecto devia ser mais apoiado. Parabéns ao Chapitô.
Acrescento aqui uma das dedicatórias que me tocou particularmente.



Palhacinhos

E neste dia fomos todos palhacinhos por umas horas. A Maria parou de fungar durante uns minutos para ouvir com atenção as explicações dos palhaços crescidos. O João (sempre muito aprumado e responsável) nem queria acreditar que naquela casa viviam pessoas adultas que o estavam a ensinar a fazer tontices! Sentiu-se tão livre que até se imaginou a voar como os pássaros. A Ana - três anos acabadinhos de fazer - trazia as discussões do Pai e da Mãe a ecoar nos ouvidinhos. Entrou desconfiada, semblante carregado, com o coração apertado e cheio de borboletas. Aos poucos atreveu-se a sorrir. Primeiro timidamente e sem se dar por vencida... Mas quando aquele palhaço lhe disse que a magia existia e fez aparecer um rebuçado de dentro do ouvidinho magoado, soltou uma gargalhada e outra e outra e mandou corajosamente a tristeza para outra freguesia! Regressámos à escola em silêncio, inundados de encantamento. Adormecemos no travesseiro das recordações de um dia, em que fomos por momentos ainda mais crianças, ainda mais felizes. Nunca mais nos esquecemos daquela tarde mágica, no CHAPITÔ!

Rita Ferro Rodrigues
publicado por vmlf às 18:11
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Sábado, 9 de Dezembro de 2006

Como podem ter tanta graça as desgraças dos outros?...

Little Miss Sunshine
Uma Familia à Beira de um Ataque de Nervos


Filme perturbante, um cocktail de disfunções salteadas para todos os (des)gostos e uma viagem mesmo à medida. Daqui saiu uma comédia bem negra e ao mesmo tempo bem leve ou então acho que ninguém seria capaz de aguentar sentado no cinema até ao fim.


Ri-me dos problemas que não me afectam tanto, não me ri quando me tocou particularmente. Mas no geral, sai-se do filme com uma leveza de um tempo bem passado a rir à gargalhada e com a consolação de que não estamos sozinhos a enfrentar os problemas da existência.

Um elogio à coragem e à perseverança, ao arriscar viver a vida, à não desistência dos nossos ideais, à superação dos problemas da vida normal no seio de uma familia (a)normal.

sinto-me: Um bocado little miss sunshine
música: Bangguru - Isn't That So Nice He Said
publicado por vmlf às 18:10
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Dharma & Greg

Aproveitando as séries de televisão, deixo aqui o meu contributo com uma série que eu adoro, o Dharma & Greg, já velhinha mas muito divertida. Eu sou um bocado Greg, e tal como ele também adoro a Dharma...



"Dharma Freedom Finkelstein-Montgomery is a free-spirited yoga instructor with an incredible knack for looking on the bright side. Raised by hippie parents, she was taught to shun convention, trust her wildest instincts, and find the joy in everyday life. Her husband, Greg Montgomery is a conservative, Harvard-educated attorney and the yin to Dharma's yang. Married on their first date, they have remained committed to each other from day one, despite the obstacles presented by the world around them."
publicado por vmlf às 08:27
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

são frescas

estas moças...

publicado por anatcat às 15:54
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Objectos de escrita, vulgo canetas - parte 4

Mudando de assunto para continuar a falar do mesmo, os Italianos têm um problema - quer dizer, devem ter mais do que um com certeza, mas este é o que para aqui me interessa particularmente: desenham peças de sonho que nos põem a salivar, e depois nem sempre conseguem acompanhar essa perfeição visual com uma engenharia ao mesmo nivel. Resultado: peças com design agradável à vista, mas terrivelmente más de usar.

E tenho dois exemplos para acompanhar esta afirmação - tenho ainda mais outro, o meu carro, mas não é de canetas por isso não é para aqui chamado.

A história começa com o fascinio de dois amigos pelo Ayrton Senna, o Rui e o PMS. Eu sempre fui mais Alan Prost, mas gostos não se discutem. De qualquer das formas, as canetas que a Omas fez são do Ayrton Senna, portanto eu andei sei lá quanto tempo a olhar para elas - pelo menos uns meses - e a ouvi-los falar do Senna com uma admiração que deve ser conhecida de todas as pessoas minimamente conhecedoras da Fórmula 1.

E a verdade é que as canetas são lindas. Lá está, o design italiano. Quando finalmente me decidi a comprar uma, foi uma escolha dificil, havia disponivel na loja duas cores - vermelho e amarelo. Já não me lembro da razão da escolha, provavelmente porque não gosto muito de vermelho ou porque me parecia demasiado espampanante, mas escolhi a amarela.

Azar o meu, tive que voltar à loja pouco depois. A caneta não funcionava bem, a tinta não fluia, não conseguia escrever uma frase completa com ela, tinha que voltar várias vezes a traçar os riscos até a tinta voltar ao aparo. Má noticia: não havia mais nenhuma disponivel. Soluções: ou trocava pela vermelha ou então ia para a fábrica arranjar. Optei pela segunda e tive que ficar umas semanas à espera.

Para ai 2 meses depois, lá me telefonaram a dizer que a caneta tinha finalmente chegado. Fui levantá-la e realmente parecia melhor. Mas ao fim de algum tempo deu para perceber que ainda não estava bem. Agora a tinta de vez em quando saia por todo o lado. Deixei-a na gaveta por uns meses até finalmente um dia a tirar para fora para experimentar outra vez. E que vez: posso neste momento afirmar que é a caneta que tenho com o aparo mais suave a escrever, o aparo sobre o papel parece uma mão a passar sobre veludo, a delicadeza de gestos necessária para escrever com ela é estonteante, a leveza do seu corpo em resina é impressionante. Mas paralelamente é também uma caneta problemática. Ao fim de umas semanas, o aparo está cheio de tinta que vai acumulando quando está fechada, já tive que voltar a colar a tampa de acesso à recarga, a cobertura metálica da tampa perdeu o brilho de outros tempos, lá está, os problemas de engenharia.

E no entanto, não consigo considerá-la uma má caneta. Pelo contrário, está no top 5. Não sei bem em que lugar, mas arrisco um 2º ou 3º.

Depois desta experiência, ainda fui mesmo assim capaz de voltar a comprar outra caneta italiana, desta vez uma Delta Trofeo Giulietta Alfa Romeo, e foi mesmo vermelha. Mas esta saiu ainda pior - muito pior. Não escreve, a tinta não sai mesmo, e é um bocado pesada demais, um bocado desiquilibrada. Ainda hoje olho para ela na gaveta e penso que talvez um dia pegue nela e se transforme num cisne, mas ainda não aconteceu até agora.
sinto-me: um sol perguiçoso
música: Nicola Conte - Kind of Sunshine
publicado por vmlf às 12:34
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2006

sinto que também eu necessitava de um disciplinador para a minha faceta "papuças"...

ANYONE?

publicado por anatcat às 15:22
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2006

obrigado V

 

publicado por anatcat às 14:27
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Hesitação

"O homem no meio da escada hesitava há vários dias entre subir e descer. Os anos passavam e o homem continuava a hesitar: subo ou desço?
Até que certo dia a escada caiu."
in "O Senhor Brecht", Gonçalo M. Tavares

Não quero mais ficar no meio da escada, nunca quis, mas nunca tive a coragem suficiente para de lá sair - mas ela surge quando menos se espera.
publicado por vmlf às 08:45
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2006

Porque Tenho Medo de Te Dizer Quem Sou?

"Tenho medo de te dizer quem sou porque, se te disser quem sou, tu podes não gostar, e isso é tudo que tenho."

publicado por anatcat às 20:57
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Bangguru

Para irem treinando a coreografia...


E para irem ouvindo os sons, podem ir aqui que é à borla.

O concerto de aniversário é já dia 13 de Dezembro.

Parabéns aos Bangguru, já com 3 anos, a melhor banda portuguesa no mundo das netlabels e não só!
música: Bangguru - Target Love
publicado por vmlf às 16:10
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O V no cinema e a menina aqui...

na excelente companhia do R

um fim-de-semana com muito petisco do mar e muito descanso

recomenda-se

sinto-me: de volta ao stress...
publicado por anatcat às 11:44
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Domingo, 3 de Dezembro de 2006

O lado negro da escrita

"escrevemos o mal e não o bem. (...) Quando somos felizes não temos nada para contar, não interessa à literatura."
Entrevista com Romana Petri, 2006/11/03, 6ª, Diário de Noticias

(a literatura faz-se) "Com nada, consigo próprio, com tudo, a memória, o tédio, com o que vivemos, afinal."
(a angústia) "É a razão da escrita, uma plenitude ou um vazio, não sei o quê. (...) Não há escritores autênticos sem angústia."

Entrevista com Clarie Castillon, 2006/12/01, 6ª, Diário de Noticias


Vocês não acham estranho estas considerações? Não se sentem com vontade de as contrapôr? Pensem bem, não gostam de ler sobre coisas felizes? Não ficam desapontados quando um livro acaba mal? Quando morre o protagonista que passámos horas a afeiçoarmo-nos? Será que só os sentimentos "negros" nos atraem?

Eu como leitor quero dizer que discordo desta linha de pensamento. Os meus autores favoritos - Clara Pinto Correia, Mário de Carvalho, Rui Zink ou até Almeida Garret e as suas Viagens - misturam o humor com a história, retratam a sua "realidade" com aquele temperozinho de ironia que dá ao discurso uma outra leveza, falam com o leitor procurando a sua concordância. Mesmo quando se tratam de assuntos tristes.

Por outro lado, como pessoa que escreve, devo confessar que percebo o ponto de vista. Também me é mais fácil escrever sobre as preocupações, os dilemas, os desesperos, a angústia, a tristeza, quero livrar-me deles. Acho que o acto de os expurgar de dentro de nós e de os expor em palavras, ali à nossa frente, numa folha em vez de cá dentro no nosso pensamento dá-nos uma nova perspectiva sobre o assunto em questão, alivia-nos, obriga-nos a aplicar uma certa objectividade e revela uma certa linha de raciocinio.

Mas cheguei há conclusão que, para mim, não faz sentido só escrever sobre coisas más. É igualmente importante fazermos o esforço de expressar as coisas boas, os acontecimentos felizes, as alegrias da vida. E acho que é mesmo um esforço, porque estas queremos conservar cá dentro para sempre, partilhá-las só com algumas poucas pessoas.

No geral, atribuo um papel fundamental à escrita negra - o reconhecimento que não estamos sozinhos, que não nos acontece só a nós. Mas se não houver a escrita alegre, ficamos a pensar que não estamos sozinhos, mas também não acontece mais nada, ficamos sem motivos de fantasia, de motivação, de inspiração.

O que é que vocês pensam?
publicado por vmlf às 12:55
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